Existe uma vida além da dor, dos traumas, dos relacionamentos que machucam e dos padrões que parecem se repetir. Um espaço de acolhimento, escuta e compreensão — sem julgamentos.

Eu conheço de perto o que significa carregar dores que nem sempre conseguimos explicar. Ao longo da minha trajetória, enfrentei traumas, abusos, vícios, depressão e transtorno de ansiedade generalizada.
Durante muito tempo, algumas dores fizeram parte da minha história. Mas elas não precisaram determinar o meu futuro. O processo de transformação me ensinou que aquilo que vivemos pode deixar marcas, mas não precisa definir quem somos para sempre.
Foi dessa experiência, aliada à minha formação profissional, que nasceu um propósito: acolher pessoas cansadas de sofrer e ajudá-las a compreender os padrões emocionais que podem estar mantendo suas vidas presas ao passado.
Não acredito em julgamentos.
Acredito em compreender a história por trás do comportamento.
Terapia Emocional Neurolinguística — formação voltada ao trabalho com mente, emoções e comportamento, integrando regulação emocional, neurociência e neuroplasticidade, reestruturação cognitivo-comportamental, esquemas emocionais e ferramentas vivenciais.
Atuação voltada à compreensão de padrões emocionais profundamente estabelecidos e dos estilos de enfrentamento que influenciam pensamentos, sentimentos, comportamentos e relacionamentos.
Áreas de especializaçãoCertificação/formação CRETEN pela instituição indicada no certificado apresentado pela profissional. As informações sobre instituição certificadora e denominação exata do certificado seguem o que consta oficialmente no documento.
A psicoterapia pode ser um espaço para compreender o que está acontecendo dentro de você e desenvolver novas formas de lidar com suas emoções e relações.
Quando amar alguém começa a significar perder a si mesmo. Trabalhamos dependência emocional, dificuldade de estabelecer limites, medo de ficar sozinho e culpa.
Algumas experiências terminam, mas continuam vivendo dentro de nós, influenciando emoções, pensamentos e escolhas no presente.
Quando a mente não consegue descansar, o corpo também começa a pedir ajuda. Trabalhamos gatilhos e padrões emocionais relacionados.
Quando o medo de perder alguém se torna maior do que o medo de perder a si mesmo. Construção de autonomia, autoestima e limites saudáveis.
"Por que eu sempre escolho pessoas assim?" Essa pergunta pode ser o começo de uma mudança — compreender os esquemas por trás da repetição.
Quando a dor parece maior do que a capacidade de suportá-la, você não precisa enfrentar isso sozinho.
Meu trabalho busca compreender a relação entre:
Cada pessoa possui uma história única. Por isso, o processo terapêutico não deve ser uma fórmula pronta. Através da escuta e de ferramentas terapêuticas, buscamos identificar crenças e formas de enfrentamento, e desenvolver recursos para respostas mais conscientes diante da vida.

Você pode chegar aqui sem precisar esconder aquilo que sente.
Sem precisar fingir que está tudo bem.
Sem precisar ter todas as respostas.
Meu compromisso é oferecer um espaço de escuta respeitosa, acolhimento e ética profissional. Sua história merece ser ouvida.
Você entra em contato para conhecer o trabalho e verificar se o atendimento é adequado às suas necessidades.
Buscamos compreender sua história, suas principais dificuldades e os padrões emocionais envolvidos.
As sessões são conduzidas de acordo com as necessidades e objetivos de cada pessoa.
Você desenvolve recursos para compreender melhor suas emoções, escolhas e relacionamentos, e caminha com mais autonomia.
Sim. O atendimento pode ser realizado de forma online, proporcionando praticidade e privacidade.
Não. Você não precisa chegar com respostas prontas. O primeiro passo é falar sobre o que está acontecendo.
Não. O trabalho pode atender pessoas de diferentes perfis, de acordo com a demanda e dentro das áreas de atuação profissional.
Não. Psicoterapia e Psicologia não são apresentadas aqui como profissões equivalentes. Minha atuação é como psicoterapeuta, conforme minha formação e certificações.
Não necessariamente. Dependendo da situação, pode ser importante trabalhar de forma integrada com outros profissionais da saúde.
Talvez você tenha passado anos tentando entender por que sente o que sente. Talvez tenha aprendido a sobreviver quando, na verdade, queria aprender a viver.
Você não precisa fazer esse caminho sozinho — e o primeiro passo pode ser pedir ajuda.